Família poliafetiva: quem é a grávida que divide marido com 5 mulheres
A empresária Laís Rocha, de 27 anos, divide o marido com mais cinco mulheres. Ela está grávida do primeiro filho.
A empresária Laís Rocha, de 27 anos, divide o marido – com quem tem um relacionamento de 10 anos – com mais cinco mulheres. O que seria motivo de ciúmes ou briga para outros casais, se tornou a configuração mais adequada para a jovem, atualmente grávida do primeiro filho, e para o companheiro, o motoboy Ivan Rocha, de 36 anos.
Laís e Ivan mantêm um relacionamento com a empresária Ana Carolina, 20 anos; a engenheira Natália Ferrari, 30; a criadora de conteúdo Camili Sousa, 20; a autônoma Maria Eduarda da Silva, 20; e a radiologista Juliana Aires, 22. Os sete moram juntos em Atibaia, no interior de São Paulo.
“Esse tipo de relacionamento não é para qualquer um, não é todo mundo que está pronto. Ninguém está pronto. A sociedade não fala que você vai casar com duas, três, quatro pessoas. Então, é uma desconstrução e uma reconstrução”, disse Laís.
Além de ser uma das esposas de Ivan, ela também é uma das administradoras do perfil @trisalrochas no Instagram, que acumula mais de 258 mil seguidores. Na página, o grupo publica conteúdos sobre o dia a dia de uma “família poliafetiva em ‘V’”, como se descrevem, além de provocações relacionadas às escolhas afetivas dos envolvidos.
“Dia a dia de um motoboy e suas esposas”, diz o perfil da família de sete membros, que deve receber o oitavo em breve.
“Todas vão ser mães”
Conforme Laís, todas as demais companheiras do marido também assumirão responsabilidades na criação do bebê que ela e Ivan aguardam.
“Todas elas não estão isentas dessa responsabilidade de cuidar, de ajudar e é uma das coisas que eu falo sobre o relacionamento poliafetivo. Pelo menos aqui em casa, para mim, tem sido maravilhoso. Elas me ajudam com absolutamente tudo”, contou.
O sargento Samuel de Araújo Lima, da Polícia Militar de Pernambuco (PMPE), precisou aparar o bigode após ser punido com três dias de detenção disciplinar por descumprir regras de apresentação pessoal da corporação. Com receio de sofrer novas sanções, o militar decidiu se adequar ao regulamento enquanto aguarda a notificação formal para recorrer da decisão.
Segundo a defesa, o sargento — que atua atualmente na Companhia Independente de Apoio ao Turista (CIATur) e soma 35 anos de serviço — foi advertido em dezembro do ano passado, durante um serviço extraordinário. Na ocasião, uma capitã da PM teria apontado que o bigode ultrapassava o limite permitido pelo regulamento interno.
De acordo com o advogado Tiago Reis, Samuel sempre utilizou o mesmo estilo de bigode desde que ingressou na corporação, sem jamais ter sido questionado. A defesa afirma ainda que o militar desconhecia uma alteração normativa feita em 2020, no Suplemento Normativo (SUNOR nº 068/2020), que passou a exigir que o bigode não ultrapasse a linha do lábio superior.
As regras previstas no regulamento determinam que o bigode deve ser discreto, aparado, visível na identidade funcional e mantido acima da linha do lábio. Segundo o advogado, enquanto o recurso não é analisado, o sargento precisou ajustar o visual para evitar novas notificações. “A cada dia de trabalho ele poderia sofrer outra punição, então não teve alternativa”, explicou.
Procurada, a PMPE informou que a penalidade tem caráter administrativo e não afasta o militar de suas funções. A corporação afirmou ainda que o processo disciplinar respeitou os princípios do contraditório e da ampla defesa, reforçando que normas de padronização são fundamentais para a hierarquia e disciplina da instituição.
O sargento ainda não cumpriu a detenção e aguarda os trâmites formais para dar continuidade ao recurso contra a punição.
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